Cota para captura de tainha de arrasto é ampliada em mais 430 toneladas em SC

  • 13/06/2026
(Foto: Reprodução)
Pesca da tainha por arrasto de praia é liberada em Santa Catarina Uma portaria publicada no Diário Oficial da União ampliou a cota da pesca da tainha na modalidade de arrasto para mais 430 toneladas em Santa Catarina. Esse montante foi dividido da seguinte forma: 230 toneladas para o Litoral Norte e 200 para o Sul e a Grande Florianópolis. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp A cota de 230 toneladas vale para os seguintes municípios: Araquari Balneário Barra do Sul Balneário Camboriú Balneário Piçarras Barra Velha Bombinhas Governador Celso Ramos Itajaí Itapema Itapoá Joinville Navegantes Penha Porto Belo São Francisco do Sul A cota de 200 toneladas vale para os seguintes municípios: Biguaçu Florianópolis Palhoça Paulo Lopes Garopaba Imbituba Laguna Jaguaruna Balneário Rincão Araranguá Balneário Arroio do Silva Balneário Gaivota Passo de Torres A medida, publicada na quinta-feira (11), atende a uma reivindicação dos pescadores. Eles relataram que a presença do peixe, de nome científico Mugli liza, foi abundante em alguns locais, mas que a tainha não havia chegado em outros por causa das condições do oceano. Diante disso, o Ministério da Pesca e Aquicultura fez uma análise comparando a pesca deste ano com dados históricos. A conclusão foi que, dos 28 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Neste contexto, o Litoral Norte foi o mais prejudicado. Dos 14 municípios da região, em 12 os pescadores não conseguiram pescar tainha. A suspensão da pesca por arrasto ocorreu no domingo (7). Dois dias depois, houve o comunicado da liberação para o Litoral Norte, mas ainda faltava a portaria que liberou a modalidade para o número maior de cidades. Historicamente, as tainhas demoram mais para chegar nas praias da região Norte de Santa Catarina. A colônia de pescadores de São Francisco do Sul, por exemplo, disse que não tirou do mar nem duas toneladas do peixe até sexta-feira (12). 🐟🐟🐟 Iniciada em maio, a modalidade de pesca de arrasto é patrimônio de Santa Catarina e ocorre tradicionalmente até o fim de julho. No estado, os primeiros dias da temporada foram de grandes lanços de tainha, excesso de peixes e dificuldade de venda por conta da oferta. 📌 Segundo o governo federal, a cota serve para limitar a quantidade de peixes que podem ser pescados. O objetivo é evitar a pesca predatória da espécie e garantir que a espécie não entre em extinção, permitindo assim que o animal se reproduza. SC dá largada na pesca da tainha em tradição que mistura economia e cultura Governo Federal suspende pesca de tainha por arrasto de praia e gera reação do setor em SC Morgana Fernandes/NSC TV De onde as tainhas vêm? A espécie de tainha encontrada no sul do Brasil vive em água doce na maior parte do ano. Com o inverno, a espécie migra da bacia do Rio da Prata, na Argentina e no Uruguai, e da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, para desovar nas praias catarinenses. O peixe também é pescado no litoral de São Paulo, mas em diferentes modalidades. Pesca artesanal da tainha em Santa Catarina Ben Ami/NSC VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/06/13/cota-tainha-arrasto-ampliada-430-toneladas-sc.ghtml


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